quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ROTEIRO HOMILÉTICO DO XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B

Comum 0924: Tome a sua Cruz


Nesse mês dedicado à Bíblia, somos convidados a valorizar ainda mais a Palavra de Deus em nossa vida de cristãos.

O tema central das leituras bíblicas de hoje é:
- O Caminho escolhido por Cristo e
- O Caminho apontado por Cristo a seus seguidores...

A 1a leitura fala do "Servo de Javé" (Is 50,5-9)

- Os judeus tinham uma idéia triunfalista do Messias…
esperavam um grande rei, que iria devolver ao povo glórias perdidas...
um personagem importante, que iria resolver todos os problemas…
Nunca imaginaram um messias humilde e sofredor…
- Isaías apresenta um profeta anônimo, chamado por Deus
a testemunhar a Palavra da salvação e que, para cumprir essa missão,
enfrenta a perseguição, a tortura, a morte. Mas Ele confia no Senhor.
Por isso, mesmo quando acusado, tem certeza da vitória.

* Os primeiros cristãos viram neste "Servo Sofredor" a figura de Jesus.

No Evangelho, Jesus faz o 1º Anúncio da Paixão. (Mc 8,27-35)

O texto reflete a  mentalidade triunfalista dos judeus e dos apóstolos.
Tem três partes: A Confissão de Pedro, o Anúncio da Paixão
e o Convite de Jesus para seu Seguimento e as Condições…

Jesus está a CAMINHO de Jerusalém:

1) Uma pergunta: Quem é Jesus?
    - Para o Povo: É apenas um HOMEM,
      convocado por Deus e enviado ao mundo com uma missão,
      como os PROFETAS do Antigo Testamento.
    - Para o Grupo: É o MESSIAS libertador que Israel esperava...
      Pedro acerta na resposta... mas erra logo em seguida na prática...

2) O CAMINHO de Jesus:
  - Jesus explica aos discípulos que a sua Missão messiânica passa pela CRUZ.
  - Pedro reage e tenta afastar Jesus do Plano do Pai.
  - Jesus lhe responde: "Vai para trás de mim, Satanás..."

3) O CAMINHO dos discípulos: é semelhante...
- Deve RENUNCIAR a si mesmo, tomar a CRUZ e SEGUIR Jesus,
  no caminho do Amor, da entrega e do dom da Vida.
  Quem é capaz de dar a vida a Deus e aos irmãos, ganha a vida eterna...

* O texto nos ilustra a lógica dos homens (Pedro) e a lógica de Deus (Jesus).
- A lógica dos homens aposta no poder, no domínio, no êxito, dinheiro, fama...
- A lógica de Deus aposta na entrega da vida a Deus e aos irmãos,
  assumindo os valores do Reino e vivendo no amor, na partilha,
  no serviço, na solidariedade, na humildade, na simplicidade.
QUEM É JESUS?

+ O que "os homens" dizem de Jesus?

- Muitos vêem em Jesus um HOMEM bom, um MESTRE admirável,
  um grande LIDER REVOLUCIONÁRIO,
  preocupado em construir uma sociedade mais justa e fraterna.
  "Um homem" extraordinário... mas um HOMEM apenas.

+ Quem é Cristo para nós?

Aproxima-se a abertura do "Ano da Fé", anunciado por bento XVI
e a pergunta de Cristo aos discípulos no evangelho, é muito atual:
"Mas vós, quem dizeis que eu sou?"
Jesus não deseja que paremos naquilo que se diz dele,
mas que tenhamos um encontro pessoal com ele e o sigamos.
Assim a nossa resposta sobre sua identidade não será a projeção
da nossa inteligência, mas uma profissão de fé, que brota de um coração
e de uma mente iluminada pelo Espírito Santo, como aconteceu a Pedro.
Pode acontecer que o nosso pensamento sobre Cristo
não corresponda realmente à sua identidade,
assim como Pedro não queria ouvi-lo falar de sofrimento e de morte;
mas se aceitamos estar com ele, de ser seus discípulos,
aos poucos descobriremos o sentido profundo de suas palavras e de suas ações
e compreenderemos o seu amor infinito pela humanidade.

+ Cristo continua a convidar discípulos para segui-lo...
E as condições são ainda hoje as mesmas: Renúncia e Cruz...
Sem a Cruz, é impossível entender quem é Jesus e o que significa segui-lo.
Na 2ª Leitura Tiago lembra que o seguimento de Jesus se realiza com gestos concretos de amor, de partilha, de serviço e de solidariedade. (Tg 2.14-18)

Que tipo de Cristo imaginamos?
Um Cristo fácil, ou um Cristo difícil? Uma Religião sem cruz…
sem desafios, sem canseiras, grandiosa, milagreira,
ou comprometida, solidária?

O que significa a Cruz em nossa vida?
Uma desgraça… Ou uma oportunidade de libertação e de salvação?
- Qual a nossa atitude diante da cruz?
  Tomamos a cruz com tranqüila e humilde aceitação?
  Ou tentamos, como Pedro, fugir do sofrimento?
  Ou carregamos a contragosto e até revoltados?
- Renunciamos a nós mesmo em favor dos outros?
  Ou talvez somos nós uma CRUZ  para os outros ?

Nós carregamos a cruz toda vez que sacrificamos a nós mesmos
para praticar o bem e fazer alguém feliz.

- Sinto-me de fato um "Seguidor de Cristo?"

                                             Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 16.09.2012

sábado, 4 de agosto de 2012

Casamento no campo? Na fazenda? Na praia? Sai fora católico! É furada!

25 07 2012
Via de regra a Igreja Católica Apostólica Romana não permite matrimônios fora de uma igreja ou capela devidamente provisionados.
Então você aceitou o pedido do(a) noivo(a) e enfim vai se casar… Que lindo! Preparem-se: Vem ai uma maratona que vai tirar você do sério! Roupa, convites, padrinhos, doces, festa, salão, decoração, igreja, celebrante… Só de lembrar a maratona que travamos para realizar nosso casamento já me sinto cansado! É bem verdade que minha esposa correu mais do que eu. Dizem que as mulheres se envolvem mais do que os homens, e no meu caso isso foi bem real!
Porém você que é católico apostólico romano e deseja se casar dentro das normas da Igreja Católica Apostólica Romana fique atento: Casamento feito dentro da Igreja Católica Apostólica Romana não pode ser realizado fora de uma Igreja Católica Apostólica Romana (estou repetindo várias vezes para reforçar que essa observação é para membros da nossa igreja).
Se você é membro da Igreja Católica Apostólica Romana e sempre sonhou casar em um belo jardim, ou em uma praia, ou no topo de uma montanha me desculpe, mas este tipo de casamento em geral não é permitido! Se o padre com quem você conversou disse que você pode casar a vontade, ele está errado. Das duas uma: Ou ele não é um Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, ou ele está em desobediência a Igreja. Na minha opinião, padres desobedientes precisam ser denunciados!
Segundo as normas da Igreja, (Cân. 1118, § 1 do Direito Canônico):
O Sacramento do Matrimônio deve ser celebrado na própria Igreja Paroquial de um dos Noivos, ou em outra Igreja ou Oratório provisionado pelo Bispo para a celebração do Culto Religioso.
Trata-se, de fato, de um Sacramento, ato religioso solene, que faz parte da vida da Igreja. Por isso o Direito Canônico sublinha a importância de celebração num lugar sagrado, onde se manifesta principalmente a vida de fé e de oração do Povo cristão. Portanto:
  1. O matrimônio deve ser celebrado somente nas Matrizes e Capelas provisionadas.
  2. É proibido em clubes, hotéis, sítios, chácaras, fazendas e locais de lazer ou recepção.
Caso você deseje casar em um local fora da Igreja, e tenha um bom motivo para isso (e é preciso um excelente motivo), você tem uma possibilidade muito, mas muito pequena. Para isso, você deve solicitar ao bispo da sua diocese essa possibilidade e é bom ter “o” motivo, porque em geral 99,9% dos pedidos são recusados. Se ele liberar seu casamento fora da Igreja então tudo bem.
Agora se o bispo fizer o trivial rejeitando seu pedido em casar fora de uma igreja, e ainda assim o padre, ligado a Igreja Católica Apostólica Romana desobedecer ao bispo diocesano, veja o que pode ocorrer com ele:
  1. O Sacerdote, ou Diácono, que assistir o casamento, ou der bênção nupcial ou qualquer outra bênção que possa criar interpretação de casamento em locais impróprios, pode ser suspenso de Ordem, isto é, fica proibido de exercer seu ministério sagrado.
  2. E quem fizer isso por dinheiro, incorre no reato de Simonia, pelo qual pode ser punido com Interdito ou com Suspensão de Ordem, à norma do Cânon 1380 do Direito Canônico.
  3. E o Sacerdote, ou Diácono, que sugerir essas práticas de casamento a Leigos, também incorre na mesma pena.
E o que a Igreja quer fazer com isto?
Ela quer preservar o sacramento. Sim caríssimos, o matrimônio é um sacramento que precisa ser respeitado! O Matrimônio não é uma festinha legal de uns amigos que resolveram “juntar os trapos”. É um sacramento indissolúvel! E para tal, deve acontecer dentro de uma Igreja ou capela, na qual acontecem celebrações litúrgicas (missas). É algo que é selado por Deus e precisa acontecer na Casa de Deus!
Por isso você que é católico apostólico romano e vai casar, fique atento com esses “padres” que querem fazer seu casamento fora das nossas igrejas. Repito: Se aparecer algum padre maluco querendo realizar seu casamento fora da Igreja, denuncie! Lembrando ainda que casamentos feitos por “padres” da Igreja Católica Apostólica BRASILEIRA, Igreja Católica Apostólica CARISMÁTICA e outras do tipo não são reconhecidos pela Igreja Católica Apostólica Romana. É sempre bom checar se o “padre” que vai realizar seu casamento é de fato ligado a Igreja Católica Apostólica Romana. Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém.
A você que vai casar, desejo muito sucesso e felicidades! É uma decisão para todo sempre! Mas reitero: Cuidado com esses sonhos malucos. O que torna um casamento inesquecível não é o lugar onde ele é celebrado, mas o amor que os noivos tem um pelo outro e a fé que ambos tem no Senhor Jesus! Casamento você encontra em várias igrejas e lugares. Matrimônio como um sacramento somente na Igreja Católica Apostólica Romana em uma igreja onde se celebra missas. Entendeu ou quer que eu desenhe?
Pax Domini

terça-feira, 31 de julho de 2012

CANTAR A MISSA OU CANTAR NA MISSA


CANTAR A MISSA OU CANTAR NA MISSA
O PROPÓSITO DA MÚSICA LITURGICA
por Frei José Ariovaldo da Silva, Ofm
Em minhas andanças como missionário da Liturgia, encontro pessoas que se queixam de certas missas barulhentas demais. Observam que o pessoal da música e/ou as "bandas", com baterias, teclados, guitarras e cantores tocando e cantando a todo vapor, não levam a sentir Deus se comunicando com a gente na Palavra e na Eucaristia. Não ajudam a se concentrar. Não favorecem a oração.
Tem-se a impressão de se estar assistindo antes a um show do que participando realmente do mistério de Deus. Outros ainda observam que, muitas vezes, cantam-se músicas que não têm nada a ver com o mistério celebrado. Como aconteceu uma vez em São Paulo: numa determinada comunidade, em plena festa de Corpus Christi, começaram a missa, cantando "Mãezinha do céu".
Ao lado dessas observações, me vem à lembrança também uma pergunta que muitos me fazem: Afinal de contas, quando uma música é litúrgica ou não? Vamos refletir um pouco sobre esta pergunta, fixando nossa atenção mais na missa, para depois indicarmos algumas orientações práticas para o uso da música na liturgia.
MÚSICA LITÚRGICA
Quando uma música é litúrgica ou não? Quem nos responde é o próprio Concílio Vaticano II, em 1963. Há 40 anos, portanto. No capítulo VI da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, dedicado à música sacra, o Concílio nos ensina o seguinte: "A música sacra será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica, quer exprimindo mais suavemente a oração, quer favorecendo a unanimidade, quer, enfim, dando maior solenidade aos ritos sagrados" (n.º 112). Como se vê, o Concílio diz que a música sacra será tanto mais santa, isto é, litúrgica, "quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica".
Este é o critério fundamental para discernir se uma música é litúrgica ou não. Em outras palavras, ela (a música) é litúrgica quando está a serviço do mistério de Deus que se celebra na liturgia. Vamos repetir: a música é litúrgica na medida em que estiver intimamente ligada à ação litúrgica. E, no caso da missa, o que é uma ação litúrgica? São as diferentes ações que se realizam para celebrar o mistério de Deus em Cristo: procissões (entrada, ofertório, comunhão), ritos iniciais, proclamação da Palavra, proclamação da Oração Eucarística, comunhão, despedida, etc.
Então, uma música é litúrgica na medida em que expressar o mistério de Deus celebrado em cada uma dessas ações, sem esquecer também do tempo em que estamos (Advento, Natal, Quaresma, Tempo Pascal, Tempo Comum, Festa especial do Senhor, de Maria ou outro santo). Por exemplo, qual é o mistério de Deus que celebramos no momento de iniciar a celebração? É o mistério do Deus que nos acolhe em sua casa, nos reúne em comunidade (em assembléia) para nos comunicar sua Boa Nova e sua Vida, na Palavra proclamada e na Eucaristia celebrada.
A música deve expressar, de alguma maneira, o mistério deste Deus e a nossa oração a este Deus "hospitaleiro"; nos ritos iniciais, a música deve expressar o Deus que nos reúne e nos prepara para ouvir a sua Palavra e participar da sua Ceia. Na liturgia da Palavra, a música deve expressar o mistério de Deus que fala ao seu povo reunido, e da assembléia que fala para Deus. No ofertório, a música que acompanha a ação litúrgica deve expressar, de alguma maneira, o mistério de Deus que nos reúne em torno à sua mesa para celebrar a Eucaristia e, ao mesmo tempo, o mistério da assembléia que se coloca como oferta para Deus.
Na comunhão, a música deve expressar o mistério de Deus que entra em comunhão conosco, para entrarmos também nós em comunhão uns com os outros, em favor da vida. E assim por diante... Assim sendo, com base nesses critérios emanados pela Igreja na Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Vaticano II, aponto a seguir, para os músicos de nossas comunidades, algumas orientações práticas importantes.
ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
Em primeiro lugar, os músicos devem ter sempre em mente que são parte da assembléia. Por isso, não devem tocar nem cantar "para" a assembléia, mas "com" a assembléia. Seu papel (isto é, tocando e cantando "com" o povo presente) é dar apoio à assembléia centrada naquilo que se celebra na liturgia. O centro (no caso da missa) é a mesa da Palavra e o altar, a Palavra proclamada e o sacrifício de Cristo. Por isso, junto com a assembléia, os músicos celebrem (tocando e cantando) aquilo que acontece na mesa da Palavra e no altar do Senhor. E não outra coisa!
Conseqüentemente, que os músicos toquem e cantem (como a assembléia faz) com a atenção voltada para a Palavra e para o altar. Por isso, fiquem mais voltados para este centro de atenção, e não simplesmente "de frente" para a assembléia (como se estivessem tocando e cantando "para" o povo). Importantíssimo: os músicos tomem muito cuidado para não "roubar a cena" do mistério que se celebra na mesa da Palavra e na mesa da Eucaristia. Sua atuação deve antes "convergir" e levar a "convergir" para este centro. O estilo show "rouba a cena" (tira a atenção!) daquilo que é central na celebração. Isso não deve acontecer.
O mistério de Deus é o mais importante. E mais: cantem e toquem músicas que "batem" realmente com a ação litúrgica que se realiza e com o momento (e época) da celebração. Não é qualquer música, só porque é "bonita"... Como diz o Concílio, tem que ser música que esteja "intimamente ligada com a ação que se realiza". E ainda: dentro do princípio de que a música deve estar intimamente ligada à ação litúrgica, quando termina a ação, cessa também a música. Finda a procissão de entrada, ou de ofertório, ou de comunhão, pára também a música. Nada de "espichar" o canto com as restantes estrofes que sobram.
Pois a finalidade da música sacra é acompanhar (solenizar) a ação litúrgica, celebrando o mistério. Outra coisa muito importante: evitem fazer muito barulho! Já está mais que provado: o mistério de Deus, a gente o sente é na suavidade, na calma, na serenidade, no silêncio. Por isso, os músicos - na arte de tocar e cantar - devem deixar, em primeiro lugar, o mistério de Deus "aparecer"! E é no silêncio que ele se manifesta. Por isso, privilegiem a maneira suave e silenciosa de tocar e cantar. Enfim, uma última sugestão: a música litúrgica deve ter sempre um caráter orante. Por isso, os músicos devem cantar e tocar na liturgia com espírito de oração. Orando! Sua música deve ser oração em forma de sons e acordes. Canto, sons, e acordes, tudo oração.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

A AMID- Associação Missão Divina, foi criada com a finalidade de dar suporte de funcionamento a uma casa para acolher o povo da rua;
Essa associação foi fundada em outubro de 2011 com sede na Colônia S. Antônio, mais precisamente no CENTRO DE FORMAÇÃO; Porque o conselho da Paróquia Santo Antônio havia concedido o direito de uso por comodato à Pastoral do Povo da Rua através da AMID.
Pois bem:
Trabalhamos quase um ano preparando para que no dia 22 de julho começar os trabalhos de acolhimento e ajuda dos nossos amados irmãos que estão perecendo nas ruas de nossa cidade; E aí vem a grande e inesperada surpresa, A VENDA DA PROPRIEDADE  decidida pelo conselho econômico da Diocese.
Voltamos como se diz no popular a "estaca zero"; Mas continuamos na batalha porque Deus é maior que tudo isso que aconteceu !
Como Deus é bom! Agora podemos contar com o nosso Pároco Padre  Vidal   e com o Diácono Junior que estão empenhados em conseguirmos um local para que essa obra cumpra o que está escrito no Evangelho de S. Mateus 25, 31-49.
Vamos em frente! que o Cristo Ressucitado nos abençoe e nos guarde!


    Arquivo: Pastoral do Povo da Rua
Para ver este vídeo, vá ao rodapé desta página e dê STOP no player da rádio

domingo, 8 de julho de 2012

SAUDADE | 7-7-2012 - 14:01h   festa de igreja católica com bebida alcoólica,drogas e etc.tem que acabar com as festa de rua em saudade acontece as mesma coisas.tem gente ganhando dinheiro com estas festas, de igraja não tem nada... .


Olha o comentário  no Jornal Diário  do Vale !

sábado, 7 de julho de 2012

HOW CAN?

MY GOD
! MY GOD!

How
can a human being, your image and likeness to sleep outdoors?
How
can a human being, seeking their food in the dumps?
How
can a human being, be ignored, invisible in daylight?
How
can the Lord! How can?
I hope
one day to say the past tense:
And say
in a loud cry: HOW COULD?
Yesterday
I saw him, lying under the overpass
Then
I saw another, resting under the banking
I was sleeping
, dreaming and certainly
With the future
? I do not know!
Perhaps with
his sad past.
                                                                        Johnny
                                                                        Pastoral Care of Street People
                                                                        St. Anthony Parish
                                                                        Miss-Barra Mansa RJ

quarta-feira, 4 de julho de 2012

No dia 27 de Agosto de 2011, o Conselho da paróquia Santo Antônio autorizou a Pastoral do Povo de Rua o uso  do Centro de Formação situado no bairro colônia Santo Antônio para que ali fizesse funcionar uma Casa de Acolhida e assim tirar da rua nossos irmãos sofredores ; Agora, num ato extremo de falta de amor ao próximo, o Conselho Econômico Diocesano vendeu o terreno, nos deixando  sem nenhuma opção para realizarmos nosso trabalho Pastoral.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Consulta Nutricional



Consulta Nutricional

Agora na Comunidade São Francisco de Assis, orientações e esclarecimentos relativos a uma alimentação saudável para crianças, adultos, idosos e gestantes.
Dietas quanto às diversas patologias tais como Diabetes Mellitus, doenças cardiovasculares, hipercolesterolemia, obesidade, anemias, etc...

Anime-se e venha fazer sua avaliação nutricional!

Todas às quartas-feiras de 13:30h às 17:30h.
Local: Igreja São Francisco de Assis
Contato: 3323-1634 / 8821-1535
(Nutricionista Aline Peres Castro)