sábado, 21 de setembro de 2013

CATEQUESE EM AÇÃO NA COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS


 Para ilustrar as atividades da Pastoral da Catequese, não somente na parte orientação na caminhada da fé das crianças; também, vez e outra “Reunião com os pais”, para interagirem uma catequese dinâmica!



“CHEGANDO O VERÃO, O PLENÁRIO DA COMUNIDADE RECEBE OS VENTILADORES”.

 Pedrinho, nosso eletricista, responsável pela manutenção elétrica da comunidade.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

ROTEIRO HOMILÉTICO DO 25.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C

ROTEIRO HOMILÉTICO DO 25.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C – 22/09/2013

Comum 1325: Dois Senhores

Vivemos numa sociedade globalizada,
em que o dinheiro parece mandar em tudo e
é procurado a qualquer custo.
Para muita gente, ter dinheiro significa poder e prestígio...
Qual deve ser a atitude cristã diante das riquezas?     

Na 1a Leitura, Amós denuncia os ricos comerciantes do seu tempo,
que exploravam nas mercadorias e nos preços os pobres camponeses.
Nem respeitavam os "dias santos" para celebrar e descansar.
O Profeta os adverte que Deus não ficará impassível diante disso:
"Não esquecerei nenhum de vossos atos..." (Am 8, 4-7)

* Essa exploração descrita por Amós não é um fato apenas do passado.
É uma realidade que os pobres conhecem muito bem ainda hoje.
A exploração e o lucro desmedido não fazem parte do projeto de Deus...

Na 2ª Leitura, Paulo convida a elevar ao céu "mãos puras",
numa oração universal, em favor de todos os homens.
A oração só tem sentido se for expressão de uma vida de comunhão,
com Deus e com os irmãos. (1Tm 2,1-8)

No Evangelho, Cristo convida a conseguir a verdadeira liberdade,
servindo a Deus e não ao dinheiro. (Lc 16,1-13)

Ilustra com a Parábola do ADMINISTRADOR infiel, que ao ser despedido, reduz o valor da dívida dos devedores para garantir futuros amigos.

À primeira vista, poderia dar a impressão de que Jesus
elogia a desonestidade e a corrupção do administrador.
Para compreender o ensinamento do Mestre, devemos nos situar no tempo.
Naquela época, os administradores deviam entregar ao empresário
uma determinada quantia; o que conseguissem a mais ficava com eles.
O que fez o administrador? Renunciou ao que lhe cabia nos negócios.
Ele entendeu que, no futuro, mais do que dinheiro, precisava de amigos.
Por isso, renunciou ao dinheiro, para conquistar amigos.

* A "esperteza" do administrador revela a criatividade,
que falta aos "filhos da luz".
Devemos também usar essa "esperteza"
para tornar sempre atual a mensagem de Cristo.

A Busca desenfreada pelo dinheiro continua...
O dinheiro é o deus de muita gente, que está disposta a tudo
desde que faça crescer a conta bancária.
- Para ganhar mais dinheiro, há quem trabalha
  doze ou quinze horas por dia, num ritmo de escravo,
  e esquece de Deus, da família, dos amigos e até própria de saúde;
- por dinheiro, há quem vende a sua dignidade, a sua consciência e
  renuncia a princípios em que acredita;
- por dinheiro, há quem não tem escrúpulos
  em sacrificar a vida ou o nome dos seus irmãos;
- por dinheiro, há quem é injusto, explora os operários,
  se recusa a pagar um salário justo...  

  Talvez nunca cheguemos a estes casos extremos;
  mas, até onde seríamos capazes de ir, por causa do dinheiro?
  A adoração ao "deus dinheiro" não é o caminho mais seguro
  para construir valores duradouros, geradores de vida e de felicidade.

* Jesus não quer dizer que o dinheiro seja uma coisa desprezível e imoral,
   do qual devamos fugir a todo o custo.

O dinheiro é necessário para uma vida com qualidade e dignidade…
Mas ele não pode se tornar uma obsessão, uma escravidão,
pois não nos assegura (e muitas vezes até perturba)
a conquista dos valores duradouros e da vida plena.
O Dinheiro é um "ídolo tirano", que nos escraviza e
nos torna insensíveis a Deus e às necessidades dos outros.

+ Jesus conclui com sentenças sobre o bom uso das riquezas:

- "Ninguém pode servir a DOIS SENHORES... a Deus e ao Dinheiro..."
  * Deus e o dinheiro representam mundos contraditórios...
     Os discípulos são convidados a fazer a sua escolha
     entre o Mundo do DINHEIRO (de egoísmo, interesses, exploração, injustiça)  
     e o Mundo do AMOR (da doação, da partilha, da fraternidade).

- As riquezas não devem ser obstáculo à Salvação,
  mas um meio para fazer amigos "nas moradas eternas."
  Um instrumento de Comunhão entre as pessoas, de amizade, de igualdade...
  Não servir ao dinheiro, mas nos servir do dinheiro
  para servir a Deus e aos irmãos...

- Honestidade tanto nos grandes como pequenos negócios,
  porque quem é fiel no pouco, também é fiel no muito,
  quem é infiel no pouco, também é infiel no muito.
  Quem não é fiel nas riquezas terrenas (no pouco),
  também não é fiel nas riquezas eternas (no muito).

Qual é a nossa atitude diante dos bens terrenos?
Só Deus é o dono de tudo o que existe...
Nós somos apenas administradores...

A qualquer momento, Cristo poderá também nos dizer:
"Presta conta da tua administração!"

- Como estamos administrando? Já garantimos a nossa morada eterna?


                                    Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 22.09.2013

domingo, 15 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

ROTEIRO HOMILÉTICO DO 24.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C – 15/09/2013



ROTEIRO HOMILÉTICO DO 24.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C – 15/09/2013

Comum 1324: De Braços Abertos

A Mensagem bíblica da Liturgia de hoje nos fala
da grande MISERICÓRDIA de Deus,
que está sempre de braços abertos
para acolher os pecadores arrependidos.

A 1ª Leitura mostra a MISERICÓRDIA de Deus para com o Povo infiel.
Após ter recebido inúmeros favores de Deus na Libertação do Egito,
o Povo rompe com a Aliança e adora um bezerro de ouro.
Moisés intercede. Deus perdoa e desiste de castigar. (Ex 32,7-11.13-14)

* O BEZERRO DE OURO não pretende ser um novo deus,
mas uma "imagem" de Javé, o que era proibido,
para salvar a transcendência de Javé e
evitar os símbolos e imagens dos cultos pagãos...

Na 2ª Leitura: PAULO fala da MISERICÓRDIA de Deus para com ele:
Recorda o seu passado de perseguidor violento da Igreja.
Mas, pela graça e misericórdia de Deus, tornou-se um Apóstolo...
E hoje manifesta toda a sua alegria e gratidão
pelo que a graça e a misericórdia de Deus fez nele... (1Tm, 1,12-17)

No Evangelho: Jesus fala da MISERICÓRDIA de Deus
para com os Pecadores: (Lc 15,1-32)

- Na Introdução, os fariseus criticam Cristo
  porque "acolhe gente de má fama e come com eles..."
- Essa crítica provoca a Resposta de Jesus
  com as TRÊS PARÁBOLAS DA MISERICÓRDIA
  que ilustram a atitude misericordiosa de Deus para com os pecadores,
  - A Ovelha perdida - A Moeda perdida - O Filho pródigo (perdido)

+ Elas manifestam a Alegria de encontrar o que estava perdido;
   A alegria é tão grande, que precisa ser partilhada com os outros;
   É preciso festejar, tamanha é a felicidade.

+ Elas nos apresentam também Três Realidades:

1. A Existência do PECADO:

Apesar da tendência generalizada que nega qualquer forma de pecado,
devemos sustentar a existência do Pecado:
Nas leituras de hoje, encontramos vários exemplos:
- A IDOLATRIA dos judeus...
- A PERSEGUIÇÃO de Paulo
- A Atitude de INJUSTIÇA do Filho pródigo para com o Pai e
   a vida desordenada com meretrizes...
- A negativa de PERDÃO do irmão mais velho...
- O PURITANISMO dos fariseus e escribas, que murmuravam...
2. A MISERICÓRDIA de Deus:

- O Pai respeita a liberdade do filho,
  mesmo quando busca a felicidade por caminhos errados...
  Continua a amar e a esperar o seu regresso. E quando volta...
- Corre ao encontro, mesmo antes do filho pedir perdão...
- O Beijo revela o perdão, a acolhida, a alegria...
- A veste: manifesta que devolve a dignidade... uma vida nova
- O anel: simboliza o poder... é recebido "como filho", não como empregado...
- As sandálias: são próprias do homem livre, não do escravo...
- Festeja com a alegria o retorno.

* É a atitude de Deus para com os filhos afastados...
   O Filho desprezou sua dignidade de filho,
   o Pai nunca abandonou seu amor de Pai.
- Por que será que o filho mais novo quis ir embora?
  Porque desejava uma vida liberdade, longe dos olhos e controle do pai.
  ou porque o comportamento do seu irmão
  tornava a vida pesada e insuportável naquela casa?

3. A CONVERSÃO do pecador.

O Pecado existe, é uma ação humana que se opõe a Deus.
Todo pecado é uma ofensa a Deus...
Mas a misericórdia de Deus é maior do que todos os nossos pecados...

Contudo supõe uma atitude de retorno: CONVERSÃO.
Assim entenderemos a preferência de CRISTO pelos pecadores,
que humildemente reconheciam suas culpas e
procuravam sinceramente uma conversão.
E compreenderemos também as censuras de Jesus aos fariseus,
representados na Parábola pelo filho mais velho, que não aceita perdoar...

Todos nós somos pecadores... quem mais e quem menos..
A Igreja não é feita de santos, mas de pecadores perdoados...
- A Liturgia afirma: "Somos povo santo e pecador..."
- S. Paulo: "Jesus veio salvar os pecadores e eu sou o primeiro deles". (1Tm 1,15)

+ As Parábolas da misericórdia nos revelam um Deus que ama todos.
As transgressões dos filhos não anulam o Amor do Pai.
Se essa é a atitude de Deus, qual deve ser a nossa
para com aqueles que se afastaram de Deus e da Comunidade?  
A Atitude de Cristo ou a dos fariseus? Do Pai ou do Filho mais velho?
Como viver a misericórdia em nossa Vida, em nossa Família?

Renovemos a nossa fé em Deus, Pai de bondade e misericórdia,
e fiquemos de BRAÇOS ABERTOS também para nossos irmãos.


                                              Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 15.09.2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

ROTEIRO HOMILÉTICO DO 23.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C – 08/09/2013

ROTEIRO HOMILÉTICO DO 23.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO C – 08/09/2013

Comum1323: O Seguimento de Jesus

Estamos no Mês da BIBLIA.
Ela é sempre uma luz em nossa caminhada cristã.
Hoje ela nos fala do Seguimento de Jesus
e suas EXIGÊNCIAS:
Não é um caminho de facilidade, mas sim de renúncia...

A 1ª Leitura lembra que só em DEUS é possível encontrar
a verdadeira felicidade e o sentido da vida. (Sb 9,13-19)

Na 2ª Leitura, Paulo aplica as conseqüências do seguimento de Jesus:
intercede em favor de um escravo fugitivo (Onésimo),
junto a seu "dono" (Filêmon). (Fm 9b-10.12.17)

O Evangelho aponta o "Caminho do Discípulo". (Lc 14,25-33)

- Jesus estava a caminho de Jerusalém... onde iria ser morto numa Cruz...
- O Povo o seguia numeroso, entusiasmado pela sua pessoa.
- Mas Cristo não era um demagogo, que fazia promessas fáceis,
  para atrair multidões a qualquer preço. Ele sabia que entre eles havia:

   * Bons, desejosos da boa palavra... que buscavam sinceramente o Messias...
   * Curiosos: em satisfazer o desejo de novidade...
   * Interesseiros: na esperança de participar da glória e da fama...
   * Inimigos: à espreita de uma ocasião para acusá-lo e condená-lo.

+ Sem medo de perder alguns simpatizantes,
   Jesus aponta TRÊS CONDIÇÕES para segui-lo:

1. DESAPEGO afetivo: aos familiares... até à própria vida:
   "Quem não 'odeia' o seu pai, sua mãe...
     até a própria vida, não pode ser meu discípulo..."
     * ODIAR aqui não significa rejeitar os sagrados laços familiares,
        mas priorizar os valores do Reino.

2. DISPONIBILIDADE em carregar a Cruz:
    "Quem não carrega a sua cruz e não caminha atrás de mim,
      não pode ser meu discípulo..."

      * A CRUZ é a imagem que melhor sintetiza toda a vida de Cristo.

         O "Discípulo" é convidado a imitar o Mestre...

3. RENÚNCIA aos bens materiais:
   "Quem não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo..."
     * Vivendo em função deles, não sobra espaço para Deus,
         nem relações de partilha e solidariedade com os irmãos...

+ Seguir o Mestre, não deve ser uma atitude passageira,
   nascida num momento de entusiasmo,
   mas sim, uma decisão ponderada, amadurecida e coerente até o fim.
+ Duas pequenas PARÁBOLAS,
a TORRE a construir e a GUERRA a conduzir, ilustram
a necessidade de planejar, empenhando-se cada dia na vivência cristã.

 * O Povo não podia se deixar levar pelo entusiasmo momentâneo,
   pelo contrário, devia calcular bem, se está em condições de perseverar...
                    
* O seguimento de Cristo é...

   - um caminho fácil, onde cabe tudo?  ou
   - um caminho exigente, onde só cabem os que aceitam a radicalidade de Jesus?
     A nossa Pastoral deve facilitar tudo, ou ir pelo caminho da exigência?

- A grande maioria no nosso povo se diz "cristão"... seguidor de Cristo...
   Recebe os Sacramentos de Iniciação... Reconhece os valores de Deus e da Fé... 
   mas a vivência cristã deixa a desejar...

- Muitas vezes, ficamos felizes, quando vemos a igreja lotada...
  Mas qual é o verdadeiro motivo que leva muitas pessoas à igreja?
  Todos os que participam com entusiasmo das cerimônias solenes,
  das procissões, das romarias... estão realmente conscientes
  dos compromissos que a fé cristã envolve?

- O que nos diria a respeito, o Evangelho de hoje?
  Será que Cristo está mais interessado no número, ou na qualidade?

+ Há dois tipos de Religião:

- As REVELADAS: como a nossa... em que a Bíblia é a fonte de inspiração...
   É Deus que se revela e nós aceitamos o que essa revelação nos propõe...
- As CRIADAS: que foram inventadas pelos homens,
  segundo o modelo que mais satisfaz seu modo de pensar e de agir...

Qual nos dá mais segurança de realizar o Plano de Deus?
Uma religião mais fácil pode até ser mais atraente...
mas certamente não será a mais fiel à proposta de Cristo... 

à Estamos nós dispostos a ser verdadeiros Discípulos de Cristo,
     pelo caminho duro e exigente, que o evangelho de hoje nos propõe?

     Peçamos a Deus nessa celebração
     muita LUZ para compreender essa verdade...
     e muita FORÇA para sermos fiéis à escolha feita...

Procuremos nesse mês dedicado à Bíblia, valorizar ainda mais a Palavra de Deus
dedicando-lhe um tempo especial dentro do nosso dia,
para uma atenciosa LEITURA ORANTE DA BÍLIA.


Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 08.09.2013

PRIMEIRO DA FORMAÇÃO MISSIONÁRIA PAROQUIAL – 03/09/2013

No primeiro dia da Formação Missionária da Paróquia Santo Antônio, com o “Tema”: Teologia da Missão; assessorado pelo Pe. Nilson José dos Santos que nos trouxe a Exortação Apostólica EVANGELII NUNTIANDI (*) do Papa Paulo VI como base da missão dos fiéis e um pouco da sua experiência na Amazônia durante os três anos que por lá trabalhou e também da nossa realidade enquanto participantes de comunidade nos exortando à missão (…).
* EXORTAÇÃO APOSTÓLICA - EVANGELII NUNTIANDI DO PAPA PAULO VI