LEITURAS: Is 22,19-23 // Sl 137(138),1-2a.2bc-3.6.8bc
(R/.8bc) // Rm 11,33-36 // Mt 16,13-20 (“Tu és Pedro”)
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
ROTEIRO HOMILÉTICO DO 20.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A
–17.08.2014
BRANCO – ASSUNÇÃO
DE NOSSA SENHORA – SOLENIDADE
BRANCO – ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – SOLENIDADE
ROTEIRO HOMILÉTICO DO 20.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO
A –17.08.2014
BRANCO – ASSUNÇÃO
DE NOSSA SENHORA – SOLENIDADE
Assunção 2014: Quem é essa Mulher?
Celebramos hoje a festa da Assunção
de Nossa Senhora.
Esse DOGMA foi definido como verdade de fé
pelo papa Pio XII em 1950:
"É dogma revelado por Deus que a Imaculada Mãe de
Deus,
a Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena,
foi elevada em corpo
e alma à glória celestial."
Mas a FESTA da Assunção é bem mais antiga.
Inicialmente, era a festa da "Dormição" de Maria (não se
fala de morte)
e da transferência de seu corpo
para o paraíso.
Em Jerusalém já se fazia nessa
época uma procissão ao túmulo de Maria.
As LEITURAS BÍBLICAS relacionam-se com a festa:
1a leitura: Maria, imagem da Igreja. (Ap 11,19a;
12,1-10ab)
Como Maria, a Igreja
gera na dor um mudo novo.
E como Maria,
participa na vitória de Cristo sobre o Mal.
Essa "Mulher" representa a Comunidade de Israel,
composta de 12 tribos.
Mas se aplica também a Maria, de quem nasceu o Messias.
2a leitura: Maria,
nova Eva.
Novo Adão, Jesus faz
da Virgem Maria uma nova Eva,
sinal de esperança
para todos os homens. (1Cor 15,20-27)
O texto é uma longa
demonstração da ressurreição.
A Assunção é uma forma privilegiada de Ressurreição.
O apóstolo não evoca
Maria, mas esta leitura na Assunção,
leva a reconhecer o
lugar eminente da Mãe de Deus
no grande movimento
da ressurreição.
Evangelho: Maria,
Mãe dos crentes.
Cheia do Espírito
Santo, Maria encontra palavras de fé e de esperança:
doravante todas as
gerações a chamarão bem-aventurada! (Lc 1,39-56)
* O cântico de Maria descreve desde o começo o
Plano de Deus,
que prosseguiu em Maria e que se cumpre agora na Igreja.
+ O SENTIDO DA FESTA: uma Mulher SINAL
- A primeira e a mais perfeita discípula de
Cristo.
A Virgem se constitui em imagem e tipo de Igreja na ordem da
fé,
da caridade e da união perfeita com Cristo.
Maria encarnou em sua pessoa e em sua vida terrena,
o ideal de santidade do seguidor de Cristo.
- Sinal escatológico da Igreja:
Maria Assunta é figura e primícias da Igreja que um dia será
glorificada;
é consolo e esperança
do povo ainda peregrino na terra.
É a Ponte da passagem de Israel para a Igreja.
- É um Sinal humano de esperança.
A contemplação de Maria na glória nos faz ver a vitória
da esperança sobre a angústia, da comunhão sobre a solidão,
das perspectivas eternas sobre as temporais, da vida sobre a
morte.
+ Maria é um modelo
cristão para hoje ?
"A Virgem Maria sempre foi proposta pela Igreja
à imitação dos fiéis não precisamente pelo tipo de vida
que levou,
dentro do ambiente em que viveu, hoje superado,
mas sim porque ela aderiu totalmente à vontade de Deus,
porque soube acolher a sua palavra e pô-la em prática,
porque a sua ação foi animada pela caridade e pelo
espírito de serviço,
porque foi a primeira
e mais perfeita discípula de Cristo". (Paulo VI)
+ Maria sinal do
amor de Deus.
Na vida sentimos necessidade de expressões de amor e sinais
de carinho,
que os outros têm para conosco e que temos pelos outros:
uma saudação, um beijo, uma carta, um gesto, um sorriso...
Na vida espiritual também necessitamos desses sinais...
Cristo é o grande Sacramento do Pai
e Maria é o sinal perene e maternal do amor
que Deus nos tem em Cristo Jesus nosso Senhor.
A festa de hoje é sinal do que Deus prepara
para os que são capazes de amar e servir.
É a antecipação do que Deus quer doar: a plena felicidade...
Neste mês vocacional, a Igreja também nos apresenta outra pessoa
que deve ser UM SINAL DE DEUS no
meio do povo e
para quem Maria é um modelo a ser
seguido: o Religioso e a Religiosa...
Como Maria, os religiosos também:
- fazem uma consagração especial:
a Deus e aos irmãos...
- devem ser um SINAL de DEUS no
meio do Povo...
Esta festa desperta e reforça a
nossa ESPERANÇA,
porque a vitória de Cristo e de
sua Mãe assegura também nossa vitória:
nos aponta o destino que Deus quer
para todos.
E essa vitória será possível se, a
exemplo de Maria,
formos fiéis à Palavra de Deus, tivemos
um coração humilde
e estivermos atentos às
necessidades dos irmãos...
E como Maria foi um sinal de
esperança...
rezemos para que os religiosos
também continuem sendo
ainda hoje no meio do povo: UM
SINAL DE DEUS...
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 17.08.2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
ROTEIRO HOMILÉTICO DO 19.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A – VERDE – 10.08.2014
Comum 1419:
"Coragem, sou Eu!"
A maioria das pessoas acredita em Deus e gostaria de ter um
contato mais próximo com Ele. Mas "Onde está Deus?" "Onde
o podemos encontrar?"
As Leituras de hoje têm duas cenas muito bonitas, que
mostram como Deus SE REVELA.
Na 1a Leitura, Deus se revela a Elias, na BRISA suave. (1Rs 19,9a.11-13)
Cansado e perseguido
de morte por Jesabel, Elias foge para o deserto,
a caminho do Monte
Horeb, onde Moisés se encontrara com Deus...
- Lá, Elias o esperava no vento, no terremoto, no fogo, mas ele
não estava lá.
Deus vai ao seu encontro de uma forma completamente
diferente:
"no sopro suave de
uma BRISA..." e ali lhe fala...
* Deus geralmente se manifesta na humildade, na
simplicidade, na interioridade.
Por isso, é preciso calar o ruído excessivo, moderar a
atividade desenfreada, encontrar tempo para consultar o coração, para
interrogar a Palavra de Deus,
para perceber a sua presença e as suas indicações, nos
sinais,
quase sempre discretos, que ele deixa na história e em nossa
vida.
Na 2ª Leitura, Paulo fala que Deus se revelou,
oferecendo a todos
uma proposta de Salvação, mas o seu povo
infelizmente a rejeitou. (Rm 9,1-5)
No Evangelho, Deus
se revela na TEMPESTADE. (Mt
14,22-33)
- Jesus envia os discípulos em missão na outra margem do
lago
e, cansado, retira-se
da multidão... vai ao monte para rezar...
- Enquanto isso, os apóstolos navegam "de noite"
preocupados,
na barca agitada
pelos ventos contrários.
- Jesus interrompe o descanso... vai ao encontro, "caminhando sobre o MAR".
- Eles o confundem: "É
um fantasma..."
- E Jesus se identifica: "Coragem,
SOU EU, não tenham MEDO".
- Pedro o desafia: "Se
és Tu, manda-me caminhar sobre as águas".
- Jesus aceita: "Vem!"
- Pedro vai ao encontro de Jesus; mas, assustado pelo vento,
começa a duvidar e afundar. Então grita por
socorro: "Salva-me, Senhor!".
- Jesus antes estende a mão e depois o questiona:
"Por que duvidaste, homem de pouca fé?"
- Jesus entra na Barca e a tempestade se acalma.
- Então todos se prostram em adoração diante de Jesus,
dizendo:
"Verdadeiramente Tu és o Filho de Deus".
* Deus se manifesta em meio às dificuldades, aos ventos da
tempestade.
Enquanto Jesus está em
diálogo com o Pai, os discípulos estão sozinhos,
em viagem pelo lago. Essa
viagem, no entanto, não é fácil e serena… É de noite; o barco é açoitado pelas
ondas e navega dificilmente, com vento contrário.
Os discípulos estão inquietos
e preocupados, pois Jesus não está com eles…
Esse BARCO é a
COMUNIDADE CRISTÃ:
A "noite"
representa as trevas, a escuridão, a confusão, a insegurança
em que tantas vezes
"navegam" através da história os discípulos de Jesus,
sem saberem exatamente
que caminhos percorrer nem para onde ir…
As "ondas"
representam a hostilidade do mundo,
que bate continuamente
contra o barco em que viajam os discípulos…
Os "ventos contrários"
representam as resistências ao projeto de Jesus.
Os discípulos de Jesus se
sentem perdidos, sozinhos, abandonados, desanimados, desiludidos, incapazes de
enfrentar as tempestades que as forças da morte e da opressão (o "mar")
lançam contra eles…
É precisamente aí, que
Jesus manifesta a sua presença.
Ele vai ao encontro dos discípulos
"caminhando sobre o mar".
O episódio reflete a
fragilidade da fé dos discípulos, quando tiveram
de enfrentar as forças adversas,
sem a presença de Jesus na barca.
Os discípulos seguem a Jesus
de forma decidida, mas se deixam abalar
quando chegam as
perseguições, os sofrimentos, as dificuldades…
Então, começam a afundar
e a ser submergidos pelo "mar" da morte,
da frustração, do
desânimo, da desilusão…
No entanto, Jesus lá está
para lhes estender a mão e para os sustentar.
Finalmente, a
desconfiança dos discípulos transforma-se em fé firme:
"Tu és verdadeiramente
o Filho de Deus".
Esse texto é uma CATEQUESE
sobre a caminhada da Comunidade de Jesus, enviada à "outra margem", para
convidar todos para o banquete do Reino
e a oferecer-lhes o
alimento com que Deus mata a fome
de vida e de felicidade
dos seus filhos.
- A caminhada não é um caminho
fácil.
A comunidade (o
"barco") dos discípulos deve abrir caminho
através de um mar de
dificuldades, pela hostilidade dos adversários do Reino
e pela recusa do mundo em
acolher os projetos de Jesus.
- Os discípulos devem estar conscientes
da presença de Jesus.
O "fantasma" do
MEDO desvanece e as crises de fé são superadas,
quando aceitamos a
presença de Deus em nossa vida pessoal e comunitária.
Ele continua a garantir: "Coragem!
Sou Eu. Não tenhais medo".
+ Dia do Padre:
O padre também não está isento de "tempestades",
que se formam dentro
e fora da Comunidade.
Nesse dia a ele
consagrado, rezemos para que, nesses momentos
em que possa ter a
sensação de afundar no mar da frustração e do desânimo,
possa perceber essa
presença de Cristo, que vem ao seu encontro
com palavras de
esperança. "Coragem! Sou eu. Não tenhas medo!"
Quando Cristo entra
na BARCA, o vento e as ondas param...
e volta a
tranqüilidade... a paz.
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 10.08.2014
domingo, 3 de agosto de 2014
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